Se livre dos ressentimentos.

Não beba do seu próprio veneno. Evite nutrir sentimentos venenosos, porque tais coisas servem apenas para envenenar a sua própria alma e te deixar infeliz.

Funciona como se quiséssemos envenenar outra pessoa, tomando nós mesmos o veneno. É evidente que a conseqüência recairá apenas em nós mesmos.

E na verdade, os estudos apontam que pessoas ressentidas e raivosas sofrem mais de problemas comuns de saúde, tai como a gripe.

O ressentimento é muito próximo da raiva e a raiva muito próxima da retaliação.

Ficamos com uma vontade de retaliar, devolver na mesma moeda, e acabamos fazendo algo que nos arrependemos posteriormente.

Não sabemos de fato os motivos para tal pessoa ter agido daquela maneira.

Enxergamos o evento, carregados de emoção, e de repente não foi tão grave assim.

Diz Karen Bentley no blog Innerself, que a raiz do ressentimento e da raiva está no julgamento.

Nos enveredamos em julgar as pessoas e as situações – não corresponderam às nossas expectativas – essa situação não me agrada – isso me deixou em desvantagem.

O julgamento vem carregado de inúmeros fatores, culturais, preconceito, moral, o próprio sentimento, preferências pessoais, portanto, pode estar errado. Ou quem sabe seja até difícil saber o que realmente é certo ou errado.

Quando nos damos conta que o nosso julgamento pode não ser a verdade, abrimos a possibilidade de aceitar as pessoas e situações, e aí nos livramos dos ressentimentos e da raiva.

Ajuda nessa reflexão, rever às vezes em que mudamos de opinião. Quando éramos jovens pensávamos de uma maneira que hoje achamos errado.

Quando éramos solteiros pensávamos coisas diferentes do que pensamos, casados com filhos.

Quantas vezes mudamos de opinião após ver o desenrolar dos acontecimentos.

Quando exercitamos o reconhecimento do nosso julgamento, começamos a notar as situações onde somos facilmente contrariados, e nos sentimos facilmente aborrecido, e segundo Karen, este é o primeiro passo da transformação.

Beco

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