Se livre dessa mente catastrófica

Se livre dessa mente catastrófica

Temos realmente uma mente catastrófica, uma capacidade de catastrofizar a nossa vida. Mesmo as coisas ruins que não aconteceram, voltam para atormentar a nossa mente no momento presente.

Temos que reconhecer isso e fazer alguma coisa para controlar, conviver e principalmente evitar que isso atrapalhe a nossa vida.

Comentei várias vezes que somos os sobreviventes dos homens das cavernas, e por isso mesmo, herdamos o seu gene vencedor.

Conseguimos sempre imaginar que poderia ter sido pior, e ficamos imaginando e vivendo na nossa mente essa situação desastrosa que poderia ter sido.

Herança genética:

É uma das características que herdamos no nosso DNA, o catastrofismo.

Aqueles indivíduos que não pensaram o pior, a neve, a invasão, as inundações e portanto não se prepararam, acumulando alimentos e se protegendo, não sobreviveram. Por outro lado, aqueles que assim fizeram, ficaram para contar a história e nos passaram os seus genes.

Mas esse tempo já passou.

O tempo das cavernas e tudo que veio dele, já não tem muita aplicação no mundo moderno.

O mundo do relacionamento, da cooperação, do planejamento, e do razoável conforto, traz também a necessidade de exercitarmos outras habilidades.

A amizade, a generosidade, a compreensão, a empatia, e tantos outros sentimentos são mais valiosos hoje em dia.

O mundo é bom:

E nesse mundo abundante, o pior não vai acontecer.

O sentimento de abandono e impotência não condiz com a realidade.

Podemos e contamos com muita ajuda.

É um sinal claro e inegável de que você não está só e vai pode contar com a ajuda de muita gente.

Alguns contratempos sempre acontecem, mas não é motivo para fazer tempestade em copo d’água, como nos ensinou Richard Carlson.

Viva em paz:

Faça as pazes com esse mundo, do jeito que ele é.

Faça as pazes com as pessoas tais como elas são.

Não importa o que seja – isso também vai passar, e mais importante, não deixe que aquilo que já passou, volte para te atormentar, numa cara pior, numa roupagem de assombração.

Rubens Sakay (Beco)

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