Se levante do chão.

Se levante do chão pra não ser tratado como um capacho.

 Melhore sua auto-estima. Cuide de si, dê opinião, mostre os seus dotes, os seus gostos.

Procure seus amigos, não se isole.

Repasse na memória suas realizações.

Afaste essa atitude negativa quando conversa consigo mesmo. Uma das piores coisas quando se está por baixo, e a excessiva auto-crítica, a conversa negativa que fazemos com nós mesmos.

Faça uma lista das coisas boas e ruins da sua vida.

Se concentre por um momento nas coisas boas – aprecie.

Faça uma lista das pessoas com quem você se relaciona, amigos e familiares.

Coloque a sua atenção nas pessoas amigas verdadeiras. Dê graças pelos amigos que tem.

Desafie as suas crenças negativas sobre tudo e sobre todos.

Não busque validação externa em tudo que pensa e faz. Confie na sua opinião, no seu gosto e preferência, confie no seu taco e vá em frente.

Quando estamos por baixo, nos alimentamos mal, nos relacionamos mal e com isso acabamos debilitados, mal acompanhados e mal remunerados.

Como dizíamos de brincadeira – é melhor ser rico e com saúde do que pobre e doente.

A baixa auto-estima funciona também como um imã para coisas ruins.

Andamos na sarjeta porque achamos que não merecemos a calçada.

Se levante do chão, ande de cabeça erguida e construa uma nova imagem de si mesmo.

Do ponto de vista da patologia, a baixa auto-estima e o ego inflado são dois tipos de egocentrismos.

Aquele que se coloca num pedestal, se isola do mundo, se colocando acima de tudo e de todos.

Aquele que faz o contrário, também se isola do mundo, se colocando abaixo de tudo.

É preciso uma vigilância para não ficarmos no chão.

Por vezes tropeçamos e caímos, é inevitável, mas devemos rapidamente, como diz a canção: -levanta, sacode a poeira e dá volta por cima.

Passe adiante.

Beco

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