Se desligue da crise.

Quando estamos numa crise, bem no olho do furacão, nos dá uma vontade de abandonar tudo, e se não for possível, se desligar por completo, se tornar uma pessoa insensível.

Não devemos perder a esperança de que as circunstâncias irão mudar.

Devemos orar e pedir para uma luz na nossa jornada, nos mostrando o melhor caminho.

Nunca devemos perder a crença em nós mesmos e na nossa capacidade de sair fortalecida da crise.

Por esses e outros tantos motivos, não devemos procurar a insensibilidade, podemos sim olhar a crise com um certo distanciamento emocional, com serenidade. Não devemos nos desligar da vida.

Você vai sair dessa.

Você é mais forte que imagina.

O mundo não é assim tão mal, nem as pessoas querem te prejudicar todo momento.

As relações podem ser restabelecidas, o equilíbrio financeiro pode ser conseguindo com um bom planejamento e empenho, e a saúde vai melhorar se você se dedicar seriamente.

Quando a crise é geral, e as pessoas que nos cercam também escondem o medo e a preocupação com a vida, por maior razão, devemos buscar o significado da vida, e a felicidade autêntica.

Devemos nos espelhar no exemplo de Viktor Frankl apresentado no seu livro – Em busca de sentido – onde ele relata a sua experiência nos campos de concentração.

Temos que buscar sentido além da crise, buscar a felicidade além das conjunturas do momento.

Cada evento da crise em que você está envolvida pode guardar uma chave para o seu crescimento pessoal – procure esse foco.

Olhar para a janela e perceber que o sol está nascendo é diferente de sentar-se na varanda e apreciar a beleza do sol nascendo.

A felicidade está, em grande parte, na maneira que encaramos os eventos da vida.

Devemos descontaminar a nossa visão dos efeitos do excessivo hedonismo, e buscar na meditação e na serenidade os insumos para um desligamento emocional da crise, sem no entanto, se desligar da própria vida.

Beco

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