Saber muito dos outros e pouco de si próprio.

Podemos facilmente se sintonizar na vida dos outros, o que faz, o que gosta e quais são as suas posses. Certamente vamos prestar atenção e até pesquisar as suas realizações os seus problemas e seus traumas. Rapidamente estamos julgando, comentando e dando palpites na sua vida, decisões, escolhas e modo de vida.

Quando isso acontece, ou seja, saber muitos dos outros, acabamos deixando de atentar para a nossa própria vida. Acabamos vivendo a vida dos outros.

E a nossa vida como está? Quanto tempo gastamos cuidado dos nossos próprios interesses, entretidos com os próprios problemas?

O que gosto:

Tenho que ficar mais atento para aquilo que eu gosto, onde gosto de estar, os lugares que gostaria de visitar.

Uma boa parte das informações da vida dos outros é totalmente irrelevante para mim. Saber ou não saber não me faz diferença alguma. Tampouco faz diferença para a outra pessoa se eu sei ou não, e muitas vezes isso alimenta as fofocas, o disse me disse, a inveja e as comparações inúteis.

Os ditados estão repletos de observações de como prestamos atenção na sujeira na testa do outro e não enxergamos a sujeira no próprio nariz.

 

Crescimento pessoal:

A principal coisa que preciso saber, é cuidar de mim mesmo, buscar o meu caminho do crescimento pessoal.

Imaginem a frustração de uma pessoa, chegar ao final da vida e saber que fez tudo para tomar conta da vida dos outros, meter o nariz onde não era chamado e negligenciou a própria vida, deixou de viver, literalmente deixou passar a vida em branco.

Preencher o diário dos outros é uma total perda de tempo, e quem ainda não se deu conta disso, precisa acordar.

Precisa acordar para a vida.                                                                                         R.S. Beco

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