Quero o melhor para mim.

Quero sempre o melhor para mim, e acredito mesmo que mereço tudo isso.

Não dou folga, faço a minha parte e corro atrás do prejuízo.

Procuro evitar a reclamação e o julgamento, pois já aprendi no passado que isso reduz drasticamente a minha chance de ter sucesso.

No fundo, sei que a satisfação não vem de conseguir o melhor, mas de ter dado o meu melhor – e por isso só, fico satisfeito.

É difícil se compenetrar naquilo que é o melhor para mim, num mundo que insiste em ditar as regras para os meus hábitos e comportamentos

Não é fábrica de automóveis, nem a fábrica de refrigerantes que sabe o que é o melhor para o meu bolso, para a minha saúde, e minha felicidade.

Devo sempre ter a consciência daquilo que realmente importa e faz diferença na minha vida.

Sei que o melhor para mim, de coração, é também o melhor para a sociedade. Isso porque abraço os valores da boa convivência, da generosidade e da verdade.

Acreditar em si mesmo:

Aprendi a acreditar em mim, e valorizo isso, pois nem sempre foi assim.

Tive momentos de muito desespero, perdi a fé, e duvidei da minha capacidade de sobreviver diante de tantas adversidades.

A serenidade que encontrei em meio ao caos, me permitiu enxergar um pouco de sentido em meio aos escombros. Encontrei sentido na medida que coloquei mãos à obra para reconstruir o que foi destruído.

A vida é cheia de altos e baixos, mas sei que ela me reserva boas surpresas, e conto com isso até o fim.

A alegria de viver, um dia de cada vez, me acompanha sempre, e procure ter a mente e o coração abertos para todas as bênçãos que eu venha a receber.

Hoje sei um pouco mais sobre aquilo que me completa e me satisfaz. Com base nisso, procuro me descontaminar daquilo que o ambiente externo quer desvirtuar.

Não estou livre das dificuldades, embora a vida tenha simplificado um bocado. O bom é que a serenidade me permitiu discernir aquilo que está ao me alcance fazer.

A vida é minha, e aprendi a não descuidar, assumir a minha responsabilidade.

R.S. Beco

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