Quero fazer a minha parte.

Luto para descobrir a minha responsabilidade, e quando descubro, não abro mão de fazer o que tem que ser feito.

Não quero assumir a tarefa dos outros e nem quero impor a minha vontade sobre as ações e iniciativas dos outros.

Cada um conduz a vida de acordo com os seus projetos, desejos e necessidades. Quero abandonar de vez esse defeito de imaginar que o meu olhar é o jeito correto de ver as coisas.

Há sempre o estresse de querer fazer mais do que é o adequado, especialmente quando se trata de coisas que não temos qualquer controle.

Não somos onipotentes:

Não estamos no timão do mundo.

Há ainda a irresponsabilidade de não assumir o que está no seu controle fazer. É isso exatamente o que quero aprender, cada vez mais, um dia de cada vez.

Quero fazer a minha parte, seja naquilo que me diz respeito diretamente e também do que for para ajudar os outros e contribuir para o melhorar o lugar onde vivemos.

Especialmente no convívio familiar, temos o péssimo costume de deixar que os outros façam mais, se eximindo de ajudar e dar a sua contribuição. E quero ter sempre o discernimento para compreender o que é adequado fazer.

Vivemos em comunidade, e em muitos casos, as atividades são compartilhadas. No trabalho nem se fala. Ninguém faz nada sozinho, e entender a sua parte está base do bem conviver em comunidade.

Quando educamos os pequenos, temos que imprimir desde cedo esse senso de responsabilidade. Não só naquilo que ensinamos e explicamos, mas também no exemplo que damos. Proteger a natureza e conservar esse planeta que é a nossa casa, deve ser ensinado e enfatizado em cada ação ou discussão, assim, estamos formando verdadeiros cidadãos.

Não devemos sobrecarregar os filhos quando ainda pequenos, mas na medida correta, devemos envolve-los com responsabilidades que contribuam para o seu crescimento.                                    R.S. Beco

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