Que boas lembranças você tem da sua infância?

Que boas lembranças você tem da sua infância?

Você se lembra da alegria da sua infância, quanta inocência, expectativas e sonhos mirabolantes?
Não sei se a proximidade de completar 63 anos me deixa saudoso e quando vejo as minhas fotos dos tempos de garoto, me lembro dos sonhos e dos planos de me tornar um cientista.
Coisa boa e sonhar, e coisa boa é viver.
Muito disso se torna realidade de uma maneira ou outra.

Randy Pausch:

Com muita curiosidade, assisti a longa e famosa palestra pela Web, que veio a ser a última aula de Randy Pausch.
Ao ser informado pelos seus médicos de que tinha de 3-6 meses de vida, proferiu o que se tornou a lendária última aula de Randy Pausch – The Last Lecture, hoje em livro.
O video de pouco mais de uma hora pode ser assistido pelo Youtube com legendas em português. Clique o botão CC(vermelho) e escolha a legenda em português.
Randy, professor da Carnegie Mellon University, faleceu aos 47 anos. Sabia que estava condenado, por conta de uma doença incurável, e a sua última aula se tornou fonte de inspiração para milhões de pessoas ao redor do mundo.
Ela fala sobre os seus sonhos de criança e como percebeu, ao final da vida, que as realizou uma a uma, ao seu modo.

Mensagens poderosas:

Assistindo a palestra, captei algumas mensagens poderosas.
1-Quando você erra e as pessoas criticam, apontam seus erros, dão conselhos – é um bom sinal. Quando você erra e as pessoas não falam nada, é um péssimo sinal, mostra que elas desistiram de você.
2-As barreiras não estão lá para te manter afastado, fora. Elas estão lá para te lembrar o quanto você deseja as coisas que estão do outro lado. As barreiras estão sim para impedir e afastar as pessoas que não desejam tanto as tais coisas.
3-Experiência é quando você não consegue o que queria.

Randy me mostrou o quanto se pode aprender vivendo plenamente, com a mente aberta e receptiva.
A vida pode ser curta, mas pode ser suficiente para realizar e para ser feliz.
Assistindo a sua última aula, me veio logo o adágio de que devemos nos concentrar em colocar mais vida aos anos, do que mais anos à vida.

Rubens Sakay (Beco

 

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