Quando não quero falar com ninguém.

Há dias que não quero falar com ninguém. Será que isso acontece com todo mundo?

Felizmente são raros, e quando acontece, procuro aproveitar essa rabugice para refletir um pouco sobre mim mesmo e os meus caminhos.

Ler alguma coisa, um artigo, um livro tem sido a minha opção preferida.

Busco também na Internet alguma coisa interessante, e encontro sempre.

Solitude:

Escrevo sempre, e nessas ocasiões, procuro escrever sobre mim mesmo e os sentimentos e emoções que ocupam a minha mente e o meu coração.

Sei que não há nada errado em experimentar uns momentos de solitude, um isolamento deliberado, com alguma ocupação e sem nada para atormentar, nem sequer pensamentos negativos.

É um momento de paz, embora traga sempre uma melancolia, uma tristeza bem fininha.

Não devo me preocupar, pois gosto muito do convívio das pessoas e não quero me isolar.

Albert Einstein disse que a solitude é dolorosa quando somos jovens, mas é agradável quando somos maduros. Eu me sinto assim, e concordo plenamente, embora tenha pouca lembrança de tais momentos na minha juventude.

Quando jovem, estava sempre procurando companhia, perseguindo objetivos, e agitado sem no entanto estar estressado.

Há quem deteste ficar sozinho, mas eu gosto de momentos de muita tranquilidade.

Aprendi a tirar proveito dos meus momentos de solitude.

Aprendi a gostar de tais momentos.

A solidão é algo incontrolável, mas a solitude é deliberada, controlada e muitas vezes, bem aproveitada.

Já escrevi um pouco sobre a solidão e a solitude em postagem anterior.

Acho que é um momento para um crescimento pessoal silencioso.

É muito bom para refletir sobre o significado das coisas. Sei que a correria do dia-a-dia não deixa espaço para muitos pensamentos.

Ficar bem é também importante quando estamos sós.

Beco

Sem Comentários

Deixe seu comentário

Please be polite. We appreciate that.
Your email address will not be published and required fields are marked