Peça trégua para a tristeza.

Peça uma trégua para a tristeza. Às vezes a dor é grande, e a tristeza avassaladora. Sabemos que a dor vai passar com o tempo, mas não temos sequer o ânimo para levantar a cabeça para fora das cobertas. Peça uma trégua à tristeza. Faça algo para si mesmo, mesmo sabendo que é um paliativo. Saia para umas compras. Visite um amigo. Faça uma pequena viagem.

O cachorro amigo pode ser um conforto. Cuidar das suas rosas é refrescante e nos renova a esperança em coisas florescendo na nossa vida.

Vá ao guarda roupas, escolha uma roupa bonita que você gosta muito, vista e saia por aí. Só para apreciar o cheiro da rua.

Se deixe contagiar pela alegria:

Ande pelo supermercado, pelas lojas e deixe um pouco da alegria de outras pessoas te contagiar.

Se dê um tempo para deixar a poeira baixar. Não se deixe abater.

Fomos feitos com a capacidade para nos curar, para nos refazermos dos revezes da vida e seguir adiante. É a resiliência, que nós todos temos um pouco ou bastante.

Temos que colocar isso em prática, deixar que essa força interna nos levante nas dificuldades e nos alivie o sofrimento.

A tristeza:

Podemos levar uma vida feliz mesmo com alguma tristeza, pois sabemos que ela vai passar.

A tristeza pode ser ainda relacionada com situações externas a nós mesmos, a corrupção, a miséria no mundo, guerras e violência.

Nesses casos, devemos desenvolver a distanciamento emocional. Saber e reconhecer as situações, exercitar a compaixão e fazer o que está ao seu alcance, evitando que isso te leve à imobilização.

Quando assimilamos a tristeza do mundo sem um distanciamento adequado, acabamos passados, exaustos e descrentes, o que não é adequado. Esse afastamento não é irresponsável e omissivo, pelo contrário, é um desligamento amoroso e compassivo.

Aceitar a tristeza e seguir adiante é saudável. Abraçar a tristeza e se afeiçoar a ela pode levar a depressão.

Todos nós temos momentos tristes, mas não devemos permitir que eles sejam portas fechadas para os momentos alegres.                                                            R.S. Beco

Sem Comentários

Deixe seu comentário

Deixe uma resposta