Os medos que nos paralisam.

Os medos nos paralisam, e as limitações inventadas sob a batuta do medo nos levam à estagnação.

O medo nos impõe uma série de limitações, a maioria delas infundadas e fictícias.

Não sou bom nisso

Não sou capaz.

Vou falhar.

No final vou ser criticado.

Não tenho valor.

Muitas limitações:

Cada limitação nos empurra para o esconderijo, para a estagnação, longe dos nossos sonhos.

O medo também nos afasta das pessoas.

Sou feio.

Sou desagradável.

Ninguém gosta de mim.

Certamente vou ser rejeitado, descartado.

Quando nos afastamos das pessoas, nos afastamos de si próprio, pois somos um indivíduo em meio aos outros. Isolado não somos ninguém.

Medo:

Temos que encarar o medo de frente, e se possível, sem o pote de sorvete, a bacia de pipocas, ou a latinha de cerveja. O medo também nos empurra para hábitos pouco saudáveis, a bebida, a comida e o consumo de itens tóxicos.

Mas o medo faz parte de cada um. Devemos aceitar o medo e seguir adiante a despeito de conviver com ele.

Podemos ficar petrificados com tanto receio de eventos adversos no futuro. Podemos não sair de casa temendo que coisas horríveis nos aconteçam ali na esquina. É um excesso, e temos que combater, muitas vezes com a ajuda profissional.

O futuro não é aterrador. Muita coisa boa nos reserva o dia de amanhã. Muitas realizações, muita gente interessante além de novidades e aventuras – a vida é abundante.

Acredite no caminho glorioso, mesmo que agora esteja enfrentando uma tempestade.

Pense no calor do sol e a brisa refrescante, mesmo que o dia ainda não tenha nascido, e a escuridão impere.

Sobretudo, acredite na sua capacidade de vencer, realizar e ser feliz.                                     R.S. Beco

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