Os conflitos no relacionamento.

Quem é que não convive com conflitos. Seja em casa ou no trabalho, esse tipo de coisa acompanha a nossa vida.

O que diferencia um relacionamento saudável daquele doentio, é a maneira com que lidamos com os conflitos.

Fazemos tempestade em copo d’água?

Somos flexíveis?

Somos empáticos, nos colocamos no lugar do outro?

Sabemos a hora de ceder?

Ganha-ganha:

É sempre bom lembrar que o jogo ganha-ganha é que deve prevalecer, pois assim todos ganham e crescem no relacionamento.

Diante de um conflito, vale sempre aquela pergunta: até que ponto isso é importante?

O conflito está se transformando em briga?

Você já viu quantas vezes os casais conflitam para escolher um restaurante?

Os casais gostam de dividir o prato quando vão a restaurantes, e a escolha do prato é outro ponto conflituoso.

O ambiente de trabalho é um mundo de conflitos.

Filhos:

A educação dos filhos é uma fieira interminável de conflitos.

Saber lidar com eles de maneira saudável e construtiva é o segredo.

A cada conflito alguém tem que ceder um pouco para deixar o outro mais confortável.

Quando uma pessoa é aquela que sempre cede, aí estamos falando do velho capacho – no longo prazo não vai funcionar.

Quando nenhum cede, a solução acaba por decidir por percursos diferentes, o que pode não ser bom.

Mas o conflito tem o lado bom, quando aprendemos a resolvê-los com maturidade.

Amadurecemos no conflito, e conseguimos soluções melhores.

Conseguimos evitar os extremos.

Reafirmamos sentimentos e estabelecemos a confiança.

Dá segurança e é saudável para as pessoas.

Muitas vezes a louça suja na pia não é o problema em sí, mas a gota d’água de uma série de conflitos não resolvidos.

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