O sofrimento inútil e desnecessário.

Uma atitude mental construtiva pode evitar que o sofrimento se perpetue.

Temos alguns padrões que pode ser modificados, evitando muito de nossas frustrações e desapontamentos.

Um padrão negativo é ignorar a nossa voz interior e se render à pressão social.

Segundo os ensinamentos budistas, as preocupações que nos afligem no cotidiano são exatamente aquelas que perpetuam o sofrimento.

 

Preocupações:

-buscar o ganho e evitar a perda;

-buscar o prazer e evitar a dor;

-buscar o elogio e evitar a crítica;

-buscar a fama e evitar a má reputação.

A dualidade perpetua o conflito e a insatisfação interna.

A aceitação das perdas assim como aceitamos os ganhos é fundamental.

Esse ciclo da vida é algo que temos que nos acostumar.

Quando estamos em dor, temos que ter a consciência de que vai passar, e portanto, temos que aguentar firme, tirando uma lição, para sair fortalecido desse evento.

Quando estamos extasiados por um evento positivo, temos que aproveitar ao máximo, aceitando de coração aberto, sabendo ser merecedor, e tendo a consciência de que isso também vai passar.

Sofrimento:

Outro ponto importante é o sofrimento com coisas fúteis e que não nos dizem respeito.

Os desentendimentos mínimos na fila do aeroporto – podemos deixar passar – mas podemos tornar isso um sofrimento prolongado.

O carro que penso trocar por um novo, e a propaganda insiste em me martirizar – posso aceitar o carro que tenho – mas posso prolongar o meu sofrimento me deixando encantar pela propaganda.

Reflita por um momento quanto sofrimento desnecessário acontece na sua vida.

Quanta coisa podemos classificar na categoria – deixar passar.

Beco

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