O que vale a pena ser feito, vale a pena ser mal feito (???).

Este é um daqueles ditados populares que nos assustam de chofre, mas que no final faz todo sentido.

Mesmo quando cometemos erros na empreitada, mesmo que os resultados tenham sido aquém do desejável, ainda assim terá valido a pena tê-lo feito.

Isso me remete a uma postagem anterior – “Cometemos erros para não cometê-los”.

Quem não faz não erra.

Devemos olhar com carinho, atenção e aceitação os nossos erros e fracassos pois neles estão guardadas preciosas lições.

Quando examinamos nossos erros, devemos afastar a culta e a crítica severa e o perfeccionismo para não sermos pegos prisioneiros do pessimismo.

O arrependimento também ofusca a análise adequada das falhas.

Ao ficarmos remoendo um plano para fazer um passado diferente, perdemos a dimensão do aprendizado que este passado tem no aprimoramento daquilo que estamos construindo neste exato momento.

As nossas decisões podem ser melhoradas.

Os nossos relacionamentos podem ser fortalecidos.

Podemos nos tornar pessoas melhores.

Beco

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