O que perdi e o que ganhei.

prendi que a vida, em muitas situações, é caracterizada por perdas e ganhos.

Não necessariamente uma compensa a outra, mas certamente ambas representam circunstâncias de aprendizagem.

Perdi muitas ilusões, da experiência conjugal, da criação dos filhos, da carreira profissional, e foi muito bom.

Ganhei uma visão madura da vida real, e a maturidade me deu condições de lidar melhor com as perdas e ganhos.

Maturidade:

Quando penso em maturidade, não penso em resignação ou qualquer sentimento de derrota. Penso na aceitação como condição para seguir adiante, sem se escravizar por situações passadas ou perdas passadas.

Quando se diz – não chorar o leite derramado – é isso, aceitar a perda com realidade e seguir adiante atrás de outras conquistas e realizações.

Quando analisamos as nossas escolhas, pensamos sempre nos prós e nos contras.

Quando avaliamos os resultados, igualmente, temos coisas fantásticas que conseguimos e coisas também desejáveis que tivemos que abrir mão.

Assim acontece no relacionamento amoroso – casamento – filhos – emprego – estudos e profissão.

Equilíbrio:

É no fundo um equilíbrio – nem tudo é completamente negativo ou positivo, e devemos aprender o valor das perdas. Tudo faz parte do ciclo de altos e baixos. Os pontos baixos dão destaque aos pontos altos.

Quando estamos em baixo, queremos chegar ao alto, e sabemos que vamos chegar – é um ciclo.

Quando estamos no alto, nos sentimos gratos e confiantes de que conseguimos e somos abençoados – é um ciclo.

O que pode parecer uma perda num determinado momento, pode esconder uma oportunidade, uma possibilidade de ganho lá no futuro.

Como já comentei em postagem anterior, quando uma janela se fecha, uma porta se abre.

Devemos constatar que às vezes perdemos, mas em outros momentos ganhamos.

Acreditar na abundância da vida – acreditar na própria capacidade.

Saber que não está só, e que tudo vai dar certo.

Beco

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