O que acontece com seus amigos.

Estamos mais ligados aos amigos do que imaginamos.

Influenciamos muito na suas emoções, e vice versa, somos fortemente influenciados por eles.

Diz o professor de Harvard, Nicholas Christakis, que se o seu amigo é obeso, é possível que culpa seja sua.

Christakis explica as suas descobertas em uma brilhante palestra dada ao TED, a lógica das conexões sociais e a importância de tais conexões. 

Já comentamos aqui o efeito contagioso das emoções. Se alguém te sorri, você responde instintivamente. Se o seu colega de quarto está deprimido, você acaba ficando deprimido também.

O estudo de Christakis, publicado no British Medical Journal, abrangeu 4739 pessoas de um grupo focal, mapeado desde 1948 sobre a saúde cardíaca, nesse caso específico com o objetivo de estudar as conexões sociais e os estados emocionais.

Segundo os autores, a felicidade é mais que uma experiência individual, é um fenômeno social. 

As pessoas felizes acabam se tornando o centro nervoso social, circundado e conectado com outras pessoas felizes. Tais pessoas, raramente estão na periferia das redes sociais, ao passo que as menos felizes vão parar na periferia do diagrama que utilizei como ilustração da postagem de hoje.

Esse agrupamento, que o pesquisador chama de Emotional clustering, é algo ancestral na evolução psicológica humana.

É um estudo interessante e incita à reflexão acerca do nosso grupo social, das conexões sociais que fazemos.

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