O que a ciência diz sobre o amor real

O que a ciência diz sobre o amor real

Temos que acreditar e investir no amor real pois ele é tudo de bom. Sabemos hoje dos incontáveis benefícios não só no aspecto social quanto físico e emocional. O amor tem várias fisionomias, e qualquer que seja a sua apresentação, acho que o amor é o máximo. O amor conjugal, fraterno, materno, e principalmente aquele que podemos praticar a todo momento.

O amor é sutil, é uma profunda satisfação quase sem explicação, e não vale a pena tentar explicar, pois a racionalidade não alcança essa sutileza.

O nosso dia a dia é uma correria, onde a expressão dos sentimentos é quase uma coleção de pequenos fragmentos. Mas sei que experimentar alguns momentos de amor profundo te permite ir e vir na profundeza do seu eu. É como ir lá no fundo beber um pouco da energia para subir e seguir conduzindo a vida de forma mais leve e revigorada.

Amor real

Diz Dr. Greg Baer, um médico que escreve sobre o tema amor, que o amor real, o amor genuíno, é aquele que quer a felicidade do outro sem esperar qualquer coisa em troca. O amor é uma profunda expressão emocional, e o amor genuíno, é o amor incondicional, sem esperar nada em troca. Diz Greg que é algo difícil de experimentar e se acostumar, pois fomos, desde os tempos de bebê, acostumados e educados ao amor condicional.

Aprendemos que quando não nos comportamos bem, temos uma expressão de desamor. Aprendemos que o amor é condicional, e seguimos pela vida com isso em mente. É portanto um exercício diário dirigir a energia do amor também para pessoas estranhos com as quais cruzamos a todo momento.

O amor dirigido a todos de maneira incondicional nos faz um bem enorme, hoje, comprovado pela ciência nas medições neurofisiológicas. Quero dizer a todos no novo ano que se inicia, que amo todos vocês de uma maneira especial, ainda que a nossa interação seja sutil e às vezes imperceptível.

Rubens Sakay (Beco)

Sem Comentários

Deixe seu comentário

Deixe uma resposta