O problema nas minhas mãos.

Não se deixe dominar pelo problema que está em suas mãos agora.

Olhe bem para ele.

Não deixe ele te imobilizar.

Analise com o olhar honesto e objetivo.

Procure a verdadeira causa.

A culpa:

Não é sua culpa que o problema tenha atingido tais proporções. Muitos fatores contribuíram para isso, e muita coisa estava realmente fora do seu controle.

O problema não deve contaminar outros setores da sua vida. Aquilo que acontece no trabalho não deve ser trazido para dentro de casa tal qual ele é – vai estragar o jantar, os relacionamentos e o cotidiano do casal.

Nem tudo dura para sempre, e pensando nisso é que você vai encará-lo de frente e vai resolvê-lo. Vai fazer o que está ao seu alcance.

A pior maneira de resolver um problema, é aumentá-lo na sua cabeça.

A melhor maneira de resolver um problema é ter calma para enxergá-lo na sua real proporção.

Quando conseguirmos olhar para ele tal qual ele realmente é, deixamos de temê-lo. Ele perde a capacidade de nos dominar.

Olhar objetivo:

Agora, olhando para ele objetivamente, conseguimos enxergar a causa fundamental e examinar de que maneira podemos atacá-lo na sua raiz.

Os problemas financeiros devem ser assim analisados.

Os problemas de relacionamento, bem mais complicados, não fogem da mesma abordagem.

Não raro, fugimos de resolver os problemas de relacionamento, corremos da raia. Isso ocorre quando o problema está realmente nos dominando, estamos amedrontados, imobilizados e escolhemos fugir.

Os humanos têm um instinto, do tempo das cavernas que se chama lutar ou fugir (fight or fly), e nesse caso, escolhemos fugir.

Isso é totalmente inadequado.

Fácil falar, difícil praticar.

Mas como tudo, vale à pena praticar, um dia de cada vez.

Comece devagar e você vai chegar longe.

Beco

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