O amor é engraçado.

O amor é engraçado, como diz Gretchen Rubin.

Podemos nos dedicar de coração e de repente nos irritamos por muito pouco, ou quase nada.

Diz Gretchen, eu doaria um rim para Jamie sem a menor dúvida, mas ficava imensamente chateada se ele me pedisse para passar na farmácia e comprar creme de barbear.

O relacionamento conjugal é mesmo complexo. Os casais brigam por tudo e por nada.

A experiência que ela conta no seu livro Projeto Felicidade é mesmo enriquecedora para qualquer leitor, pois todos nos vivemos as mesmas situações, e dos damos conta que é mesmo preciso exercitar a tolerância, a compreensão e amor verdadeiro.

Porque não temos a mesma paciência de recém casados?

Porque perdemos a capacidade de compreender quando vêm os filhos?

Diz Gretchen – “Jamie odiava ser irritado e eu odiava ser irritante, embora me pegasse fazendo isso várias vezes.”

De tudo que ele escreveu e eu assimilei, aprendi que não devo forçar a barra para que ela goste daquilo que eu gosto, nem que se dedique às coisas como eu me dedico.

Afinal, tem muita coisa que ela faz com afinco que eu nem penso em fazer, e tampouco tenho talento ou inclinação.

Entender as preferências do outro. Aceitar as diferenças e aprender a gostar das diferenças é um bom caminho a ser trilhado.

Algumas atitudes bem práticas podem funcionar muito bem:

-aceitar as tarefas sem reclamar.

-entender as expectativas do outro, e considerá-las.

-reduzir as cobranças.

-encontrar artifícios para fazer as coisas acontecerem sem irritar um ao outro.

O amor é engraçado, visto por um certo ângulo, mas pode ser um martírio quando vivido sem compreensão.

Beco

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