Nunca se arrepender.

Uma maneira certa para ficar estagnado e não fazer mais nada da vida, é acordar de manhã, olhar para o passado e se arrepender. Temos que abandonar esse procedimento negativo e totalmente improdutivo.

É certo que temos que carregar um pouquinho de arrependimento, o suficiente para não cometer as mesmas asneiras repetidamente, mas muito arrependimento é um caminho para não fazer mais nada.

Olhe para frente, considere o que é importante fazer hoje e saia fazendo. Parta para ação.

Construa o seu futuro:

O futuro é construído ao longo do tempo, e a sua contribuição para o seu futuro é agora, neste exato momento. Escolha construir um futuro melhor.

Antes de mais nada, se perdoe dos erros cometidos, das inconsequências e omissões que cometeu um dia.

Aceite que você lá no passado fez o que pode e já aprendeu a lição.

Outro dia, estava assistindo a entrevista de uma celebridade bastante idosa sobre os segredos do bem envelhecer, e ela dizia que há muito tempo tinha aprendido a não se arrepender e não se aborrecer.

Aprendi que o arrependimento é uma punição que impomos a nós mesmos, e não raro o fazemos de maneira perpétua, pois nunca cogitamos nos perdoar, nos redimir, e acabamos carregando essa carga inútil indefinidamente.

Se perdoe e pare de se arrepender desmesuradamente, e assim vai se sentir mais leve para prosseguir a sua vida.

Há muitos pesos inúteis que carregamos na nossa mochila, e os arrependimentos e a culpa consistem numa carga considerável. Temos que caminhar com mais leveza e desenvoltura e para isso temos que esvaziar a nossa mochila.

E esse negócio de entupir a mochila com peso inútil é uma bola de neve, quanto mais nos habituamos a fazer, mais fazemos, e não é surpresa se damos conta que a vida está estagnada.

A vida é uma avenida de oportunidades que temos aproveitar, e não há tempo a perder, carregando peso morto.

Não deixe que coisas sem importância assumam um espaço desproporcional na sua vida.

Seja feliz fazendo o que está ao seu alcance, saboreando a vida em todos os aspectos.

R.S. Beco

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