Ninguém nasceu para odiar.

Quando somos dominados pelo ódio, nos sentimos mal, pesados e nos afastamos das pessoas.

Como é que caímos nessa armadilha?

Não aceitamos as pessoas, as situações e os resultados.

Julgamos incessantemente as pessoas e seus atos.

Culpamos todos por tudo que acontece de errado.

Não perdoamos as mínimas coisas.

Medo:

E assim, nos deixamos dominar pelo medo, pois o mundo acabou se tornando um lugar hostil e perigoso.

Todos querem me prejudicar.

Há um perigo em cada esquina, e eu sou o alvo principal. Sou mesmo a grande vítima.

Ao mostrarmos o nosso lado ruim para as pessoas, elas não se abrirão para nós.

Perdemos o convívio, e mesmo quando nos relacionamos com aquelas que nos toleram, perdemos a beleza e a inocência.

Preste atenção para as suas conversas com seus amigos e familiares.

Há alguma inocência?

Há um tom angelical?

Se as conversas giram em torno de criticas, ódio, ressentimentos, vingança, e principalmente a vida alheia, está na hora de você promover alguma revolução.

Ninguém nasceu para odiar:

Lá no fundo, somos pessoas bondosas, generosas e compassivas.

Onde foi parar aquela pessoa?

Onde foi que ela se perdeu?

É preciso desarmar essa bomba urgente.

Thich Nhat Hanh:

Como nos ensina Thich Nhat Hanh, traga a paz para dentro de si.

Nessa hora, vale muito bem o exercício de observar a beleza, a abundância e a paz na natureza.

Quando vou visitar a minha irmã que mora na fazenda, caminho bastante pelo campo e deixo que a paz na natureza tome conta de mim. Um exemplo dessa observação é retratada nas fotografias da flor do brócolis que capturei num momento de observação da paz que brotava da relação da flor com a abelha . A flor não estaria ali, pois o brócolis, como sabemos , é consumido antes da florada plena, e portanto a abelha não estaria ali também.

Mantenho estas fotos para me lembrar da paz e da harmonia da natureza.

Essa harmonia e clima angelical faz parte da natureza, e faz parte da sua natureza.

Experimente, e usufrua.

Beco

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