Não sou vítima de ninguém.

Nunca devo me colocar como vítima de ninguém.

Tampouco devo me culpar por coisas que acontecem de errado todo dia. Não há como acertar em tudo, sempre há coisas que saem diferente do esperado, e fora do nosso controle.

A vida é uma luta, e por vezes pode querer nos derrotar, e podemos até achar que é uma luta desleal, mas se fazer de vítima não vai ajudar em nada.

Quem não tem problemas, certamente não é desse mundo, e quem tem problemas deve saber que isso é própria da condição humana.

Se sentir vítima:

Toda vez que acharmos que estamos sendo prejudicados, ou fomos insidiosamente passados para traz, devemos analisar com cuidado, pois podemos estar incorrendo no processo destrutivo do “se fazer de vítima”.

A diferença entre ficar insatisfeito com o resultado e enxergar a situação com honestidade, e aquele outro de se fazer de vítima, é que o último alimenta a ruminação, a imobilização bem como estimula outro processo destrutivo que é o da culpa.

Nos fazemos de vítima, culpamos os outros e culpamos a si mesmo – uma roda vida negativa – muitas vezes difícil de se abandonar.

Honestidade:

Olhe com honestidade, principalmente quanto à sua participação no evento, e tire lições para aprimorar e se fortalecer.

Tudo tem jeito. Tudo tem reparo, e é possível tirar uma lição de praticamente tudo que acontece na nossa vida.

Queira o seu bem sempre. Goste de si incondicionalmente. Não se faça de vítima e não se diminua.

Mantenha a cabeça erguida e seja feliz.                                                                                   R.S. Beco

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