Não seja um chato.

Não seja um chato. Será que sabemos se somos ou não um chato?

Será que existe um termômetro da chatice?

Algumas podem nos ajudar a avaliar se somos uma companhia agradável ou se as pessoas estão nos evitando:

Perguntas:

-as pessoas se sentem confortáveis em te confidenciar coisas?

-as pessoas seguem as suas recomendações?

-as pessoas que te são apresentadas seguem te procurando para prosseguir no relacionamento?

-as pessoas parecem querer se aproximar de você, conversar, ficar perto de você?

-você provê outras pessoas, de oportunidades, contatos e conselhos?

-pessoas que você mal conhece se aproximam e te cumprimentam calorosamente?

-as pessoas demonstram interessem em se conectar contigo, telefone, email, planos?

-as pessoas parecem energizadas por você, sorriem para você?

-as pessoas te dão presentes (mesmo que simbólicos)?

-as pessoas lembram coisas de você, aniversário, passagens, eventos?

-as pessoas te agradecem por qualquer coisa, demonstram consideração?

Uma pessoa chata:

Caso as respostas para muitas dessas perguntas sejam desfavoráveis, você pode se considerar uma pessoa difícil, eventualmente uma pessoa chata.

Cada uma dessas perguntas, por sua vez, aponta para alguma área onde você pode melhorar.

Veja o caso dos presentes que você não recebe.

A questão dos presentes é simbólico, pois mesmo com coisas sem qualquer valor material, o ato de presentear esconde uma vontade de fazer o bem ao outro.

Quando nos dão presentes, mostram que querem o nosso bem, que somos queridos.

As pessoas querem ver o nosso sorriso, a nossa satisfação. Se nos comportamos de maneira ingrata, insatisfeita com tudo que recebemos, não vamos receber mais nada.

Vale investir. É para seu bem, para sua felicidade.

Rubens Sakay (Beco)

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