Não se ofenda rapidamente.

Evite que as ofensas te afetem rapidamente. Não deixe a temperatura da água se elevar de repente.

Estabeleça um retardo entre a suposta ofensa e a sua indignação. Não se deixe impactar, sem que um espaço de tempo sirva de colchão, amortecendo o estrago emocional.

Com um pouco de retardo, o perdão pode entrar em cena e tornar esse evento insignificante.

Até que ponto isso tem importância? Qual a importância que isso vai ter daqui a uma semana, um mês.

Se fazer de vítima:

Não se faça de vítima, não tenha pena de si mesmo.

Não queira mudar os outros.

Se for necessário, se afaste dos ofensores. Não se faça de capacho.

Quando nos irritamos facilmente, entendemos os eventos pelas avessas.

As pessoas queridas acabam andando em ovos para lidar contigo.

Afasta os seus amigos:

Você acaba afastando as pessoas no seu convívio.

Fale consigo mesmo, quando a irritação chegar – o que realmente está me irritando?

Entenda objetivamente o que te faz ficar ofendido. Analise honestamente e veja se isso faz sentido, se tem realmente importância.

Veja se a ofensa vem daquela pessoa, se qualquer pessoa é capaz de te ofender na mesma situação. Muitas vezes você se ofende com uma determinada pessoa, e não por conta da circunstância. Entenda a raiz da irritação e da ofensa.

Se coloque no lugar do outro e veja se você agiria da mesma maneira.

Pratique um pouco do desligamento, se distancie da circunstância.

Economize no julgamento, especialmente quando nos irritamos, a ofensa acaba se amplificando.

Se aceite a si mesmo, pois muito do que não aceitamos nos outros, também não aceitamos em nós mesmos.

R.S. Beco

1 Comentário

lilas666

about 5 anos ago

Verdade...

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