Não se faça de mártir.

Todo mundo tem problemas. A despeito de tudo isso, as pessoas conseguem ser feliz, sobrepujando as barreiras.

Quando ficamos muito presos ao sofrimento, temos que avaliar se não estamos dando uma de mártir – uma escolha pelo caminho da infelicidade.

A vítima é aquela pessoa injustiçada.

O mártir é aquele que é injustiçado e escolhe permanecer assim.

A vítima é um desamparado.

O mártir é um desamparado profissional.

Nos fazemos de mártir quando ficamos remoendo as desventuras do passado.

Nos fazemos de mártir quando achamos que todos tem uma vida boa, apenas a nossa é que é ruim.

O convívio familiar é um ambiente ideal para o jogo de vítima.

Sou sempre eu que tenho que ceder nas escolhas, eu sempre fico com a pior parte.

Eu trabalho e vocês gastam – sou um burro de carga.

Algumas receitas são boas para evitar dar uma de mártir.

-não fique tão atado ao sofrimento, pois isso traz o ressentimento, a culpa, a baixa auto-estima, o medo e a insegurança  – tudo isso é meio caminho para o papel de mártir.

-pense seriamente sobre o que você está ganhando dando uma de mártir – muitas vezes nos comportamos dessa maneira tentando capitalizar alguma coisa, que não sabemos bem o que é, mas devemos investigar e saber.

-pare de pensar em alguma recompensa ou compensação pelo sofrimento. – se você acha que alguém te deve alguma coisa, ou você merece alguma coisa por conta do sofrimento, reflita bem.

-examine suas crenças – será que elas creditam algum bem ao papel de mártir?

-pare com a reclamação sem fim, pare de justificar e acusar os outros.

-assuma a responsabilidade pelos seus atos e resultados.

-não tenha medo de mudar para melhor – corrija os seus erros.

-se permita ter o melhor, ser melhor, progredir, se aprimorar, crescer.

-você não vai ganhar uma medalha de mártir.

Beco

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