Não se culpe pelo mau tempo.

Talvez não seja culpa sua.

Muita coisa não dá certo por fatores completamente fora do seu controle.

Não se culpe pelo mau tempo.

Quando o resultado não corresponder à sua expectativa, tire proveito da experiência mesmo assim.

Não se lamente e nem se culpe porque está chovendo.

Muitas vezes levamos o jogo da culpa a limites além do razoável.

A nossa aparência física, um mal incurável, uma perda na família, tanta coisa acontece na nossa vida, e não é  um sinal de fraqueza, desleixo ou castigo.

Até nas coisas mais práticas, nos vemos atribuindo alguma culpa a nós mesmos:

-estamos construindo uma casa e nos culpamos pelo preço crescente dos materiais de construção.

-temos dificuldade para contratar uma secretária domestica e atribuímos alguma culpa a nós mesmos.

Analise o seu comportamento em cada situação, e verifique se realmente você teve alguma influência no resultado.

Um desentendimento às vezes ocorre por uma falha de comunicação totalmente involuntária, e não há quem culpar.

A culpa é uma barreira para seguirmos adiante, crescer e fazer as mudanças nas nossas vidas.

Se responsabilizar pelos nossos atos é diferente de nos culparmos ou culpar os outros.

Quando assumimos a responsabilidade sobre a nossa vida, sabemos o alcance das nossas ações, sabemos o que está no nosso controle e o que não está.

O jogo da culpa é um jogo que acaba preservando os nossos defeitos ao invés de permitir que nos livremos deles.

O jogo da culpa mina a autoconfiança, e nos ata a pensamentos negativos.

Num relacionamento, é muito fácil entrar no jogo da culpa, aliás, é o que mais acontece. Culpar o outro e culpar a si próprio.

Deixe um pouco a raiva e o calor dos acontecimentos e pense naquilo que você mais valoriza no relacionamento.

Assuma uma atitude de buscar esse valor juntamente com o companheiro.

Assuma a sua busca pela felicidade sem culpar o outro e sem se culpar.

Beco

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