Não rotule as pessoas

Não rotule as pessoas

Não saia rotulando as pessoas, como se fossem produtos de prateleira, itens de consumo, descartáveis, desnecessários.

Fulano é mesquinho, cicrano é interesseiro. Pare de rotular as pessoas, e não coloque rótulos em si mesmo.

Sempre que colocamos rótulos nos outros, estamos praticando um  julgamento, na maioria das vezes, preconceituoso.

Quando o fazemos em nós mesmos, estamos criando limitações nas quais acabamos acreditando.

Limitações para nós mesmos:

Não sou bom nisso. Não nasci com esse talento – é rótulo, e vai te limitar.

Não mereço isso – é rótulo e você vai acabar se auto-sabotando.

Rotular é um comportamento quase imperceptível onde categorizamos, enquadramos e classificamos as pessoas como se estivéssemos no departamento de controle de qualidade.

É um campo vasto para o preconceito, julgamentos equivocados, muitas vezes baseados em experiências muito antigas e insignificantes.

Se o rótulo for inevitável, como forma de sobrevivência e auto-preservação, faça como fazemos para rotular frascos de remédio e de veneno – indiscutivelmente necessária.

Lembre-se, não fazemos isso olhando a embalagem. Procuramos identificar o conteúdo e suas propriedades fundamentais, e só após uma análise acurada colocamos o rótulo.

Aprenda mais sobre as pessoas.

Reavalie o conceito que formou acerca das pessoas, e veja se não está sendo preconceituoso, ou formando uma opinião sem qualquer conhecimento. Não podemos dar uma de “Maria vai com as outras” e seguir o rótulo maldoso que outro já colocou.

Não se valha do disse me disse.

Avalie o caráter das pessoas, e não a sua embalagem. Se dê o tempo necessário para conhecer melhor cada um. Ouça o que elas têm a dizer, deixe que elas te mostrem os seus talentos, suas qualidades.

Acredite nas pessoas, olhe mais para suas qualidades e assim vai gostar mais delas.                                                                                        Rubens Sakay (Beco)

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