Não prejudique quem te ajuda.

Parece brincadeira, mas tem muita gente complicada que até para ajudar é difícil.

Procure não se enquadrar nessa categoria.

Não prejudique quem está te ajudando.

Aceite ajuda de coração.

Seja humilde e simplesmente aceite, sem críticas, sem culpa, de coração aberto.

Às vezes agimos com tal prepotência que recusamos ajuda e ofendemos quem nos estende a mão simplesmente porque julgamos acima de tudo isso. Recusamos ajuda porque achamos que vamos nos diminuir, e acabamos prejudicando quem mais nos ajuda.

Aceitar ajuda não nos tornam dependentes, diminuídos ou incapacitados.

O espírito perfeccionista também nos faz avessos à ajuda externa e às vezes podemos ofender quem nos ajuda.

Fazemos um julgamento negativo e açodado a respeito da pessoa que nos ajuda – ela não sabe porque passei.

Nos sentimos vulneráveis e rapidamente nos colocamos dentro de uma couraça de proteção, que na verdade nos protege contra o bem, e nos deixa ruminando o mal interno.

A auto-suficiência também afasta a ajuda – que as pessoas cuidem do seu próprio nariz.

A miopia da nossa real condição também nos coloca em negação do problema, da dificuldade e portanto de rejeição a qualquer ajuda.

Podemos também ver o mal em tudo. Aquele que me oferece ajuda é cínico, pois não está em sofrimento.

Reconheça quando as pessoas estão com boas intenções.

Não se julgue tão auto-suficiente.

Deixe a arrogância e a prepotência de lado, afinal você está com dificuldades, em sofrimento.

Seja humilde, se valorize, se levante do chão e segure a mão estendida.

Confie.

Não tenha a ilusão de que os problemas são fáceis e você é o todo poderoso, o super-herói.

Não se sinta uma carga para ninguém.

Não sinta culpa e não culpe ninguém por sua situação.

Não tenha pena de si próprio.

Não engate na resposta automática do: não, obrigado!

Exercite o: sim obrigado!

Beco

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