Não julgue tanto as pessoas.

Quem julga muito ama pouco. Não julgue tanto as pessoas.

Já dizia Madre Tereza, quem perde muito tempo julgando as pessoas, não tem tempo para amá-las, e eu acho isso absolutamente verdadeiro, pois o julgamento não deixa espaço para o amor, a apreciação, a admiração.

Pensamos estar sendo racionais, fazendo um julgamento imparcial e objetivo, mas estamos impedindo que os nossos relacionamentos sejam virtuosos, que o amor ultrapasse essa dura capa de prepotência e arrogância que estamos construindo ao julgar os outros.

Eu diria que julgamento não tem nada a ver com amor.

Ame mais:

Se você quer amar mais uma determinada pessoa, passe a aceita-la sem julgamento, sem criticas destrutivas.

No nosso convívio estamos sempre avaliando as pessoas, suas ações, escolhas e decisões, e isso é um pouco diferente de julgar. A avaliação pode ocorrer sem julgamento vigoroso, aquele que afasta as pessoas, azeda os relacionamentos.

Observe, mas não julgue. Avalie, mas não critique.

Saiba que a pessoa que julga e critica em excesso, assim o faz consigo mesmo. Ou seja, ser duro com os outros denota que está sendo duro consigo mesmo, o que é um ingrediente eficiente para a infelicidade.

Sem julgamento:

Muitas vezes a realidade merece apenas apreciação, sem julgamento.

A nossa mente racional procura por evidências objetivas, faz comparações precisas e tenta dar um veredito seguro sobre as coisas. Pense um pouco se não está tirando o sabor de simplesmente viver.

Se passamos pela vida julgando e criticando, não vamos apreciar a beleza que se descortina para nós todos os dias.

Não rotule, não crie categorias de eles e nós, evite a dicotomia do branco e preto, verso e anverso. Como disse o famoso Dr. Wayne Dyer :” se vivemos num mundo redondo, não faz muito sentido dizer de que lado estamos”.

R.S. Beco

1 Comentário

lilas666

about 4 anos ago

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