Não invente desculpas esfarrapadas

Não invente desculpas esfarrapadas

Inventamos muitas desculpas para não fazer o que tem que ser feito.Nos autossabotamos, deixamos de fazer coisas importantes para nós mesmos e nos afundamos em hábitos ruins, e os ingredientes constantes dessa receita são as desculpas que inventamos para nós mesmos.

Quais são essas coisas que nos limitam?

Temos sempre uma caixa cheia de desculpas para não fazer aquilo que amamos, e damos a essa caixa um ar de legitimidade, explicando racionalmente cada um desses itens.

Na verdade, nenhuma desculpa tem um fundo racional, apenas julgamos que não vai dar certo, ou apenas  menosprezamos.

Aprendi um exercício para sair deste platô de estabilidade.

1)Faça uma lista de todas as coisas que gostaria de fazer, mas que não faz por alguma razão.

2)Para cada item descrito acima, liste as razões e desculpas para não fazer o que gostaria de fazer.

Numa análise super honesta, diga se as razões listadas são realmente obstáculos, são legítimos ou são imaginários.

Barreiras emocionais:

Estamos todos acostumados, e é fácil visualizar coisas físicas bloqueando o nosso caminho. As coisas emocionais embora invisíveis, são parecidas com as físicas, e ela as diferencia em três categorias:

1-Emoções negativas de experiências passadas. Às vezes ficamos atadas a emoções negativas muito antigas, do tempo da nossa infância.

2-Crenças formadas a partir de experiências passadas. Formam um sistema de crenças que acaba nos limitando de acreditar em nós mesmos.

3-Dificuldade de estabelecer e manter os limites. Perdemos o respeito das pessoas e em nós mesmo, deixando que os outros nos puxem para dentro dos seus próprios dramas, quando não interferem inadequadamente nas nossas vidas.

Essas barreiras emocionais, baixam a nossa autoestima, levando-nos a questionar a nossa própria capacidade de sobrepujar tais barreiras.

Você já tem as ferramentas e a capacidade de se livrar dessas barreiras – faça bom uso e pare de inventar desculpas esfarrapadas. Não permita que essas supostas limitações sabotem os seus sonhos.

Rubens Sakay (Beco)

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