Não há nada de errado em ficar triste.

Aceite a tristeza, e deixe-a passar.

Facilite o caminho para que ela siga o seu caminho e deixe espaço para a sua alegria.

Uma lição do budismo, e também de outras religiões, e entender que tristeza e alegria não são excludentes e tampouco são os opostos.

O conceito de bom e ruim tampouco se aplica aqui.

Fingir que tudo está bem não vai ajudar.

Aceitar a tristeza:

Entender e aceitar a tristeza vai trazer luz à escuridão.

Aceitar a tristeza do outro também é uma capacidade que temos que exercitar.

Sentir pena é a pior atitude, pois não ajuda, e nos mantém atado à desgraça do mundo.

O sentimento adequado é a compaixão.

Compaixão:

Compaixão significa: sentir você mesmo a dor do outro e desejar profundamente que ela cesse.

O sentimento de compaixão para consigo próprio é também o caminho para aceitar a tristeza e deixar crescer o conforto, a paz e a serenidade.

Outra atitude que atrapalha é o julgamento.

Quando sentimos a desgraça do mundo, pensamos na injustiça, sentimos pena, e isso é pura prepotência e arrogância.

A compaixão aparece apenas quando nos revestimos de humildade, sem julgamento, e desprovido de preconceitos.

Todos nós passamos por momentos difíceis, e inevitavelmente nos sentimos tristes. Aceitar e compreender abre caminho para que a tristeza passe.

Há também muita tristeza no mundo. Guerras, miséria e fome resistem mesmo com tanto desenvolvimento, e não há como sentir tristeza com tudo isso.

Devemos no entanto, sentir compaixão, empatia, solidariedade e ajudar sempre que estiver em condições para tal.

A tristeza e alegria fazem parte da nossa vida, e podemos ser felizes, lidando bem com isso.

Beco

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