Não dê importância a coisas pequenas e pouco importantes

Não dê importância a coisas pequenas e pouco importantes

Avalie sempre a importância que dá às coisas. Temos todos nós uma capacidade de distração incrível, especialmente quando as coisas são negativas. A nossa mente funciona assim, se apegando a coisas que nos incomodam de alguma maneira. Quanto mais tentamos nos livrar de tal pensamento, mais ele gruda na nossa mente.

Damos importância a tantas coisas que na verdade são insignificantes.

O pior é quando nos aborrecemos por coisas miúdas, gastando a nossa energia, paciência e aumentando o nosso estresse.

Já comentei isso numa postagem anterior: tire a cabeça das picuinhas.

Uma postagem antiga de Ali Hale me deu algumas dicas. I worry constantly about lots of little things.

As coisas pequenas continuam na nossa cabeça e tomam o nosso sono, tiram o nosso apetite, quando não nos empurram para a geladeira e o pote de sorvete.

Faça uma lista:

Uma boa coisa é fazer uma lista dessas coisinhas que continuam voltando para o palco dos nossos pensamentos.

Às vezes ficamos aborrecidos e sequer sabemos o que está causando esse desconforto. Quando escrevemos e refletimos sobre o que está nos preocupando damos um primeiro passo para nos livrarmos desse hábito que pode ser desaprendido.

Na lista que preparamos, vamos encontrar coisas que estão no nosso controle, como controlar os gastos e gerenciar melhor as finanças pessoais.

Temos também assuntos sobre os quais não temos sequer influência, como um concurso público que prestamos na semana passada e estamos aguardando o resultado.

Preocupação constante sobre que coisas que você não tem qualquer controle é uma perda de tempo.

Às vezes, fazer uma lista e ter consciência do que te preocupa já reduz o nível da preocupação.

Por outro lado, se você pode atuar nos assuntos preocupantes, tome uma atitude, faça o que tem que ser feito.

Se você está preocupado com o pouco tempo que vai ter para comer e por isso vai acabar comendo um sanduíche pouco saudável, planeje com antecipação, prepare um lanche saudável e leve consigo.

Algumas perguntas que pode ajudar:

1-Posso deixar para me preocupar com isso mais tarde?

Faça isso. Segundo Ali, é a única ocasião onde a procrastinação tem seu lugar.

2-Essa preocupação vai ser a mesma daqui a cinco anos?

3-O que posso fazer exatamente agora para reduzir a minha preocupação? Faça algo.

Quando jovens, éramos instados a preocupar com o nosso futuro: você tem que se preocupar com o futuro!!

Hoje, mais maduros, sabemos que a obsessão pelas questões do futuro é totalmente improdutiva.

Uma coisa é planejar o futuro, outra coisa é ficar permanentemente pensando em catástrofes que não irão acontecer, e se acontecer, não te afetará em nada.

Muita gente pensa que o sofrimento é a taxa que pagamos para ter a felicidade, e que por isso, o sofrimento é inevitável.

Quem pensa assim, mesmo quando as coisas estão indo bem, fica pensando o pior, como se um pouco de azar e desgraça fosse efetivamente necessário.

Essa programação mental tem que ser alterada, e vamos comentar sobre isso em outra postagem.

Rubens Sakay (Beco)

Sem Comentários

Deixe seu comentário

Deixe uma resposta