Não corrija os outros.

Evite corrigir os outros, especialmente na frente de outros.

Não somos professores e nem somos aqueles sabichões que temos sempre algo para corrigir nos outros.

Isso vem sempre da prepotência, de achar que somos como ajudantes de Deus e devemos cuidar para todos sejam perfeitos.

Vem da prepotência de achar que nós sabemos o que é certo e portanto, temos o dever de consertar os outros.

Perfeccionismo:

Consequentemente, estamos também eternamente insatisfeitos consigo próprio, pois nem mesmo nós conseguimos nos enquadrar no perfil de perfeição que a nossa sapiência conseguiu definir.

Com tudo isso, temos os ingredientes ideais para a insatisfação e a infelicidade.

Para nos livrarmos disso, temos que desenvolver a aceitação e a flexibilidade.

Temos que desenvolver a empatia, nos colocando no lugar dos outros.

Temos que exercitar a compaixão, sentindo nós mesmos a dor do outro e assim, querer que ela cesse.

Quando estamos muito ocupados corrigindo os outros, perdemos de vista o nosso crescimento pessoal.

Olhar muito para o comportamento, ofusca a nossa visão para olhar para si mesmo.

Quando olhamos atentamente para si próprio, não só enxergamos aquilo que são nossos defeitos e procuramos melhorar e corrigir, quanto passamos a apreciar as nossas qualidades, que estavam escondidas do nosso olhar bisbilhoteiro.

Um bom termômetro para saber se estamos focados no nosso crescimento é ver em que proporção nos preocupamos em corrigir os outros e dar palpite na vida alheia.

Beco

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