Jogando fora o que não me serve.

Tenho que me livrar da prepotência e de tudo que não me serve.

O que não me serve, certamente está me atrapalhando, e vejo hoje o quanto é difícil abandonar velhos hábitos.

Não quero ter só a preocupação de abandonar, mas também de não pegar de volta. Tenho que manter uma distância adequada e resistir à tentação de pegar novamente.

Não gosto de me mostrar o dono da verdade, o sabichão, mas com frequência me vejo representando esse papel.

Precisamos evoluir:

Sei que não devemos passar uma borracha na nossa personalidade, mas há aspectos no nosso comportamento que merecem ser trabalhados. Precisamos melhorar, evoluir, aprimorar.

Não quero me tornar um velho chato, e às vezes sinto que é exatamente o que estou me tornando.

Tenho a impressão que as pessoas idosas acabam mais impacientes e intolerantes e com isso, mais isoladas.

Tenho uma admiração por pessoas idosas que mantém o brilho no olhar quando interagem com as pessoas, aprendem algo novo e se surpreendem com a vida.

Quero manter essa alegria de viver, e para isso tenho que melhorar.

O foco em mim mesmo me permite perceber as coisas que quero corrigir, o lixo que quero jogar fora.

Um passo de cada vez:

Por outro, preciso tomar uma atitude e dar um passo de cada vez, de maneira persistente e diligente, ou não vai virar nada.

De todo modo, sou otimista comigo mesmo, já caminhei bastante e já melhorei em vários aspectos, e não quero botar a perder tudo que já evolui.

O nosso cotidiano é um convite para querer mudar os outros, criticar e falar mal. Não devo cair nessa tentação.

Ouvir sem criticar. Abandonar o julgamento precipitado é algo que traz uma satisfação enorme quando conseguimos.

Caminhar leve, sem carregar tanto lixo é uma sensação que sinto às vezes, e quero seguir sentido.

Sei que para isso tenho que estar sempre atento ao meu crescimento pessoal.

Beco

frase do dezembro

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