Fique bem com suas falhas.

Falhamos e acertamos, assim é a vida, e a boa notícia é que assim caminhamos para frente.

Não há como não sentir uma frustração quando falhamos, mas devemos ficar bem mesmo nessas ocasiões.

Diz Leo Babauta no seu blog Zen habits, que falhamos quase metade das vezes, e devemos encarar isso com leveza, com diversão.

Temos que aproveitar a jornada com satisfação, alegres e orgulhosos das nossas realizações, mesmo quando elas não são um sucesso.

Expectativas:

Deixe ir as suas expectativas, não se recrimine e não se culpe por nada.

As falhas são degraus para subir para um novo patamar, não o contrário, um buraco para te colocar para baixo.

Falhas e fracasso devem ser devidamente equilibrados no seu significado.

Um falha pode ser um sucesso.

Babauta dá três exemplos:

Você se aventura por uma jornada de três dias de bicicleta, e ao concluir o segundo dia está tão exausto que tem que desistir. Isso é um fracasso?

Você se propôs a escrever um livro e só chegou até a metade. Isso é um fracasso?

Você iniciou um empreendimento on-line e depois de um ano teve que fechar e desistir. Isso é um fracasso?

Em todos esses casos, a jornada não foi em vão, um aprendizado enorme foi acumulado.

Você é outra pessoa mesmo depois de abortar tais projetos. Até o fato de desistir envolve aprendizagem.

Antigamente, se acreditava que deveríamos enfatizar sempre a repetição de ações acertadas, mas a aprendizagem não é tão eficiente quando conduzida desta maneira.

Evitar enfaticamente os erros pode nos conduzir para fracas lições de aprendizagem, além do que, os caminhos certos não são fixados e memorizados sem o confronto com o errado, o fracasso.

Nos tornamos experts quando erramos bastante, exatamente naquele campo específico.

Erramos para aprender. Fracassamos para ter sucesso.

Faça por divertimento, pega leve e seja feliz.

Beco

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