Fazer de verdade.

Não é fácil fazer a diferença para pessoas, animais, e o planeta.

Queremos ser bons indivíduos, cidadãos e fazer algo de bom, mas decidir o que fazer e como fazer é que são elas.

Até a tarefa de segregar o lixo dá trabalho e exige uma vigilância e determinação.

Outro dia, assisti a um vídeo interessante, o qual ilustra um grupo de pessoas na Índia, liderado por Kartick Satyanarayan. Este grupo resolveu fazer a diferença para os ursos dançantes naquele país.

Ursos maltratados:

Na região de Qalandar, é uma tradição escravizar e maltratar os pequenos ursos com extrema crueldade para executar as danças. Essa atividade se tornou o modo de sobrevivência de várias famílias daquela região.

Vale à pena assistir o vídeo no TED de Kartick Satyanarayan, o qual tem legenda em português, bem como diversos outros idiomas.

Ativismo concreto:

É um exemplo de ativismo concreto, mãos na massa até que a tarefa seja complemente finalizada.

Acredito que temos todos nós uma maneira de contribuir para que o planeta seja um lugar melhor para se viver, contribuindo com ações concretas, fazendo de verdade aquilo que acreditamos seja o melhor.

Especialmente no convívio com as pessoas, podemos fazer a diferença.

Pode pensar em contribuições milionárias como faz Bill Gates, mas com especial atenção, podemos encontrar necessidades reais bem perto do alcance do nosso olhar, naqueles pessoas que estão próximas da gente.

Quando nos flagramos admirando o trabalho de Stayanarayan, e de outros tantos pelos quatro cantos do mundo, é sinal de que já despertamos para o altruísmo e a generosidade. Precisamos agora partir para a ação, fazer a diferença.

Não se esquecer de fazer o bem.

Não desistir de fazer o bem.

Beco

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