Experimente a compaixão e sinta o poder deste sentimento

Experimente a compaixão e sinta o poder deste sentimento

Procure desenvolver o sentimento da compaixão e vai ver o poder que ele tem de nos trazer a paz, a serenidade e o amor pelas pessoas.

Compadecer-se.

Compaixão é sentir a dor de outro e querer que ela cesse. Compaixão não é sentir pena de alguém. É em parte o exercício da empatia, se colocar no lugar do outro e ter a capacidade de sentir o que o outro está sentindo.

Na visão do budismo é inspirar a dor do outro e expirar o sentimento que possa aliviar o sofrimento.

É se livrar desse hábito antigo de procurar evitar o sofrimento.

Esteja disposto a sentir o que está sentindo.

Inspirar a dor e o sofrimento e expirar o alívio e o prazer.

Inspirar a dor como algo que nos purifica.

Inspirar a dor de coração aberto, permitindo-nos tornar mais amorosos e bondosos.

No budismo se aprende a sentir o amor a si próprio,  e ser capaz de exercitar a auto compaixão.

Daniel Goleman:

Como diz Daniel Goleman, não exercitamos a compaixão porque estamos excessivamente focados em nós mesmos.

Os outros estão todos no ponto cego do nosso campo de visão.

Daniel Goleman, que todos conhecem como o autor da Inteligência Emocional dá uma palestra fantástica no site TED.com, onde aborda o sentimento de compaixão.

Questiona ele, porque não nos compadecemos com o sofrimento alheio.

Segundo Goleman é porque estamos tão focados na outra direção, tão focados em nós mesmo que não enxergamos sequer o outro, quanto mais o seu sofrimento.

Para ele, nós todos temos internamente o ímpeto para sentir a empatia e ajudar, mas estamos focados muito em nós mesmos, e como exemplo menciona o ato de caridade.

Mesmo quando doamos dinheiro para os necessitados, estamos mais focados no egoísmo e no reconhecimento que no altruísmo genuíno.

Precisamos tirar as imagens da periferia do nosso campo de visão e trazê-las para a nossa percepção. As imagens que menciono são do sofrimento e da dor alheia.

O exercício da compaixão dissolve a sólida armadura que recobre o nosso coração, a armadura que é a fixação e o apego ao ego.

Rubens Sakay (Beco)

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