Experimentar um certo deslumbramento.

Ver o novo.

Ver o velho como novo.

Sentir o deslumbramento de quem vê pela primeira vez.

Ver como criança.

Especialmente quando estamos em transição, uma nova etapa na nossa vida, casamento, descasamento, novo emprego, aposentadoria, devemos exercitar o olhar deslumbrado.

Julgamento:

Devemos abrandar o julgamento, a crítica e as comparações para nos dar a chance de enxergar coisas novas.

Quando estamos em dificuldades também é importante abrirmos o coração e a mente para as novidades. Sei que é difícil, e eu já passei por momentos assim. Ficamos com a vista tão nublada que não conseguimos captar nada. É portanto, um desafio enorme vencer essa limitação para levantar a cabeça e olhar por cima do problema.

Quando olhamos e pensamos como uma criança, conseguimos enxergar de uma nova perspectiva.

Porque é bom olhar como criança para ter sucesso como adulto?

Empresas:

Até grandes empresas inovadoras como 3M e Google estimulam novos olhares na busca de soluções para problemas antigos.

Diz o artigo da revista Success, que quando nos tornamos adultos, nos livramos de chupar os dedos e molhar os colchões, mas deixamos para trás a espontaneidade e a imaginação sem limites.

Comenta o Prof. Alison Gopnik da Universidade de California-Berkeley que as crianças foram desenhadas, pelo processo evolutivo, para serem aprendizes extremamente eficientes.

A flexibilidade da mente de uma criança aceita mudanças tão logo detecta novas evidências, e isso vai se transformando, com a maturidade, em padrões de relevância relativa, limitando as nossas visões e nos deixando com a mente fechada para novas possibilidades.

Gopnik, que escreveu o livro The Philosophical Baby: What Children’s Minds Tell Us about Love, Truth and Meaning of Life (O bebê filosófico: o que a mente das crianças nos ensina sobre o amor, a verdade e o sentido da vida), explica que temos que tirar proveito das duas abordagens, adulto e criança, para progredirmos plenamente.

Beco

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