Eu tenho escolhas.

Um novo ano se inicia, e nada como refletir sobre as nossas escolhas.

Quando nos vemos numa situação de penúria e pensamos – não tenho escolha – vale à pena questionarmos essa afirmativa.

Não tenho escolha a não ser pedir o divórcio.

Tem escolha sim – e a escolha que fez foi pedir o divórcio.

Não tenha escolha a não ser pedir demissão do trabalho.

Tem escolha sim – e a escolha é pedir demissão.

Precisamos mudar o discurso para nos acostumarmos com a responsabilidade com a própria vida.

Não sou uma marionete manipulada pelas circunstâncias.

A vida moderna, às vezes, nos dá uma sensação de desamparo, de impotência. É como se a vida nos levasse e nos colocasse em cima de uma esteira hedônica.

Não é verdade. Precisamos acordar desse sonambulismo existencial.

Fazer as escolhas disponíveis, e são muitas, é assumir o controle de nossas próprias vidas.

Ser feliz é uma escolha.

Algumas pessoas escolhem o convívio de gente chata e interesseira.

Procrastinar, se deixar levar pela maré e não decidir nada é também uma escolha.

Já comentamos, numa postagem anterior,  sobre a última aula ( The Last Lecture) de Randy Pausch, onde ele diz que podemos não ter escolha sobre as cartas que recebemos, mas podemos escolher como vamos jogá-las.

Você sempre pode decidir e escolher como reagir às coisas.

Fazemos escolhas todo momento, mesmo quando pensamos não ter escolha.

Muita gente escreve as resoluções de inicio de ano, e é um momento adequado para uma reflexão profunda sobre suas escolhas.

Dentre todas as possibilidades, escolha ser feliz.

Beco

1 Comentário

Elaine Lott

about 8 anos ago

E uma de suas escolhas, foi dividir conosco suas experiências, para ajudar ao outro a também ser feliz. Obrigado por isto. FELIZ ANO NOVO

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