Eu quero me sentir melhor.

Quero estar bem, quero estar mais satisfeito, e sei que isso é mais uma questão mental.

Não quero me sentir melhor que os outros. Muito pelo contrário, não quero me comparar com ninguém.

Quero estar bem com os amigos e familiares. Quero amar e me sentir amado.

Gosto de trabalhar e me sentir ativo, muito ativo. Mas quero fazer o que gosto, o que me dá prazer.

O caminho certo:

Quero dar o melhor de mim e contribuir naquilo que seja o meu melhor, aquilo que é minha vocação.

Tenho sempre a dúvida se estou no caminho certo, e se esse caminho vai me levar ao sucesso.

Hoje, encaro o sucesso mais como o fato de me sentir realizado e menos com o sucesso financeiro, prestígio ou status.

Procuro equilibrar os fazeres: pensar, agir, sentir, ter e transcender.

Aprendi que é inútil perseguir as realizações em um só campo.

Me enfiar numa caverna para pensar indefinidamente, ou correr atrás de bens materiais e conforto sem limites, nada disso vai me trazer o bem estar quando perseguidos isoladamente.

É preciso fazer isso tudo de maneira equilibrada e balanceada. Acho que isso é viver plenamente.

Temos que nos relacionar, ver outras coisas, agir e realizar. Temos que ter alguma coisa, mesmo que seja uma pequena casa para chamar de lar. Conciliar tudo isso, equilibrando de acordo com o nosso estilo pessoal vai trazer o bem estar.

Nem tudo acontece no mesmo tempo:

Há momentos da vida que ficamos muito contemplativos, pensamos em Deus e no sentido da vida. Mas já houve estágios em que correr atrás das coisas, emprego, carreira e dinheiro era prioridade.

Saber o que os outros estão fazendo faz parte da nossa realidade, pois vivemos em comunidade e nos relacionamentos intensamente com as pessoas, mas não devemos contaminar o nosso crescimento nos comparando com os outros.

A comparação é sempre uma fonte de infelicidade.

Podemos até querer estar em vantagem, mas devemos saber que nunca estaremos.

Quero me sentir útil, saber que faço parte.

Quero me sentir bem, hoje.

Beco

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