Esperando.

Quanto tempo dispendemos esperando por alguma coisa ou por alguém?

Enquanto esperamos, perdemos a chance ou deixamos de aproveitar plenamente aquilo que acontece exatamente agora.

Escreveu Leo Babauta no seu ZenHabits, que esperamos a vida perfeita chegar, e perdemos a vida real.

Que aconteceria se parássemos de esperar por um momento?

Esperar pelo momento ideal, a pessoa perfeita, ou a oportunidade de ouro?

A vida perfeita:

Se pararmos de esperar a vida perfeita, podemos descobrir que a vida é essa mesmo, e assim estar em condições de aproveitá-la.

Estamos esperando por coisas boas ou estamos trabalhando diligentemente para ter coisas boas?

É bom refletir um pouco as duas condições, que são bastante diferentes.

Se colocarmos atenção redobrada, vamos ver que a vida já é boa, e que as condições para a felicidade e realização já estão aqui mesmo, nesse exato momento.

Diz Babauta sobre a tragédia das metas.

Inventamos projetos para concluir, construir a casa, moldar o corpo físico, fazer o primeiro milhão e assim por diante.

E o que acontece quando conseguimos? Será que não nos comportamos como o cachorro que corre atrás do carro, latindo contra os pneus. Quando o carro para, o que fazer?

Acho que as metas e objetivos funcionam muito bem quando fazem sentido perene na nossa vida.

Ao focalizar uma dada meta, pense em como ela vai contribuir para o seu bem-estar pleno.

Enquanto ficamos esperando sem agir, não estamos propriamente vivendo.

Esperar pode parecer bom, mas realizar é muito melhor.

Vamos colocar a mão na massa e correr atrás dos objetivos, e ao mesmo tempo que corremos, aproveitamos para aproveitar o trajeto, pois isso é que é a vida.

A vida acontece entre os objetivos alcançados.

E o prazer da vida é impulsionado pelo entusiasmo com que vivemos cada trajeto.

Beco

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