Escolhas conscientes e expectativas sociais.

O que queremos da vida?

O que dá sentido à nossa vida?

O que realmente nos faz feliz?

Quando nos concentramos honestamente em responder a tais perguntas, estamos no caminho de escolhas conscientes.

Por outro lado, quando nos deixamos levar pela maré, fazendo o que os outros estão fazendo, o que a moda nos dita e o que aparentemente nos dá um status, uma conformidade, estamos apenas atendendo a expectativas sociais.

Conformidade:

Queremos com isso ir com a corrente. Não queremos destoar do grupo, aliás, queremos pertencer ao grupo fazendo o que todos fazem.

A questão das escolhas, liberdade, preferências e responsabilidade fazem dessa discussão interessante, focalizando o mundo e a sociedade que estamos criando à nossa volta.

Aceitar que devemos nos comportar com base nas expectativas sociais traz à tona a questão da individualidade. O caso do ser único e a honestidade consigo mesmo, como descreve o blog Lifemyths.

Contradições:

Lidar com as contradições de gostar de algo diferente, se sentir diferente em alguns aspectos e aceitar que vai andar contra a corrente de vez em quando é fundamental para a saúde emocional.

A pressão para nos conformarmos é muito grande na nossa infância e especialmente na adolescência.  Mas não podemos ficar vivendo essa fase indefinidamente. Temos que crescer, nos livrar das espinhas, das indecisões, dúvidas e da rebeldia sem motivo.

Exercitar a nossa capacidade de ser diferente, conflitar e mudar as regras que recebemos do mundo externo é também um sinal de maturidade.

Se livrar das regras sociais estúpidas que assumimos sem questionar, especialmente em tempos de redes sociais, é mais uma questão de sanidade mental.

Beco

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