Escolha ser feliz.

Às vezes reflito sobre a escolha de ser feliz.

Será que alguém escolhe ser infeliz?

Acho que não, mas o comportamento de alguns levantam uma dúvida se querem mesmo ser felizes.

As escolhas que fazemos estão diretamente no caminho da nossa felicidade.

As amizades que cultivamos, as preferências, hábitos e atividades alimentam a nossa felicidade e bem estar.

Dra. Molly Stranahan:

Como comenta a Dra. Molly Stranahan do blog Path to Happiness, a primeira crença que devemos ter é que o propósito de nossa vida é ser feliz. Não é o que acontece conosco que controla as nossas emoções, mas sim a história que contamos para nós mesmos.

Aprendi da leitura de Stranahan que a escolha para ser feliz implica em assumir que vamos empreender coisas que estão no caminho da felicidade. Também evitar ou corrigir as coisas que estão impedindo o nosso crescimento rumo à felicidade.

E vamos fazer mais do que isso, pois vamos mudar o nosso modelo mental, contando para nós mesmos as histórias adequadas de modo que as nossas emoções e percepções sobre a realidade não sejam distorcidas ou erroneamente amplificadas.

Quantas pessoas vivem a vida de outros, fofocando e bisbilhotando a vida alheia. Dão importância às coisas totalmente irrelevantes para o seu próprio crescimento.

Quantas pessoas escolhem carregar o fardo dos problemas dos outros, como se não tivessem problemas suficientes.

Escolha:

Embora acredite que o caminho da felicidade seja uma questão de escolha, vejo que não tão simples assim.

O nível de consciência do que realmente tem importância para cada um, e o real conhecimento dos seus projetos e preferências não é algo que cai do céu.

Vejo que é um conjunto de escolhas, feitas uma de cada vez, no momento certo, na velocidade que cada um consegue fazer.

Quando me vejo criticando e julgando o que cada um faz, e o caminho que cada um está trilhando, percebo que eu mesmo não encontrei o verdadeiro caminho da felicidade.

Beco

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