Descrever e não prescrever.

Embora tenha um estilo prescritivo de escrever – faça isso, não faça aquilo, na verdade, a minha intenção e mesmo descrever a minha experiência e as lições que aprendi ou estou aprendendo.

Já comentei aqui, que um dos principais objetivos das postagens que coloco no blog, é deixar uma mensagem para mim mesmo, e a maneira prescritiva é para que eu não me esqueça de praticar aquilo que escrevo.

É claro que não tenho a pretensão de ensinar ou prescrever nada para ninguém, o que contraria tudo que tenho escrito sobre a arrogância e a prepotência.

No entanto, acreditei na possibilidade de estar ajudando alguém com alguma lição que me foi ensinada, e o meu dever, é passar adiante.

Muitas vezes menosprezamos a ajuda que oferecemos, e quem recebe é que consegue avaliar melhor se isso tem validade ou não.

Também recebi comentários de que deveria colocar as mensagens mais com o tom positivo que negativo, e que não deveria ser tão duro na maneira de colocar.

Muitas vezes penso que tenho que ser duro comigo mesmo, pois o caminho do crescimento pessoal pode ser tortuoso, e podemos nos desviar ou mesmo estagnar, e para tanto, vale como uma bronca e um tom mais direto para me manter acordado nessa jornada.

Sei que ainda não aprendi as lições de que preciso.

Sei que preciso utilizar algum artifício para me lembrar daquilo que mais valorizo – procurar ser uma pessoa melhor a cada dia.

Quando converso com os amigos, e com os jovens, procuro sempre descrever a minha jornada, ao invés de prescrever qualquer comportamento.

Por outro lado, quando escrevo no blog, tenho sempre a tendência de usar mais um tom prescritivo – é uma forma de eu não me esquecer.

Beco

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