Deixe que essa pessoa desabroche.

Essa pessoa é você mesma.

Deixe que ela cresça e ocupe o espaço que lhe cabe.

Veja o quanto você a tem cerceado, com receios, críticas excessivas e tudo o mais.

Trabalhe a crítica interna – veja uma postagem anterior.

Trabalhe a crítica externa – pondere o que outros dizem a seu respeito – não leve ao pé da letra – não se deixe abater pelas críticas.

Não coloque os outros na sua frente na linha de prioridade.

Trabalhe o desconforto que eventualmente se sente convivendo com os outros – trabalhe a auto-estima. Se valorize e ocupe o espaço social.

Trabalhe a imagem que tem de si próprio.

Reflita sobre o que você gosta e não gosta.

Se afaste das pessoas que não te fazem bem.

Se imagine como um presente se desembalando sozinho e mostrando o seu valor.

Se dê conta das inúmeras possibilidades de desabrochar como pessoa.

Se veja como uma pessoa interessante. Explore e desenvolva suas habilidades e atratividades pessoais.

Cuide da aparência – pode parecer pouco, mas você precisa ficar satisfeito quando se olha no espelho.

Se transforme – saia da casca, ou do casulo.

Abandone por um tempo os hábitos que te mantém no casulo – computador, TV, games, comida, edredom.

Lembre-se. Esta é uma tarefa sua. Não espere que outra pessoa tome a iniciativa de te fazer florescer. Você não vai conseguir ser feliz sem se empenhar pessoalmente nessa empreitada.

Perceba o quanto as circunstâncias e o ambiente externo são favoráveis para o seu crescimento pessoal. Olhe o mundo externo como um terreno fértil para deixar germinar uma pessoa feliz.

Você já olhou com curiosidade para uma semente e imaginou a mágica que é a transformação daquela pela coisa numa árvore imensa?

Seja o jardineiro da sua felicidade.

Beco

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