Decisões importantes e decisões não tão importantes.

Casamento, educação dos filhos, carreira, seu crescimento pessoal, são coisas importantes e envolvem decisões muito importantes.

Por outro lado, uma porção de coisas menos importantes, permeiam a nossa vida cotidiana – escolha do cardápio ou escolha do filme para assistir.

Quando atribuímos a mesma importância para tudo na vida, perdemos de vista as prioridades e as coisas realmente impactantes.

Não tente ser tão perfeita.

Não há escolha ideal e perfeita.

As decisões de menor importância devem assim ser consideradas.

Quando a realidade e os resultados não conferem com o que decidimos e escolhemos, devemos fazer a seguinte pergunta: até que ponto isso é importante?

Devemos atribuir importância relativa a tudo que decidimos.

Muitas vezes nos aborrecemos com coisas que não tem a menor importância.

Nós nos indispomos com pessoas que sequer conhecemos em situações totalmente passageiras no nosso cotidiano.

Até que ponto isso é importante? – nos traz novamente o senso de importância, de proporção, e de prioridade.

Aquilo que julgamos dramático, pode resultar em um pequeno desapontamento.

Aquilo que enxergamos como um total desastre, com a ajuda da serenidade pode se revelar um pequeno contratempo.

As decisões importantes podem demandar uma consulta a especialistas, a familiares e pode exigir um pouco de tempo para amadurecer.

As decisões corriqueiras podem ser imediatas e não é necessário fazer tanto alarde para que elas sejam explicitadas.

As decisões importantes podem justificar um pouco de estresse e uma iluminação Superior ao passo que as cotidianas podem sair quase no automático.

Aquilo que tem capital importância, e aquilo que tem pouca importância, estão mescladas na nossa vida, e devemos ter o discernimento, o equilíbrio e a serenidade para lidarmos com isso adequadamente.

Beco

Sem Comentários

Deixe seu comentário

Deixe uma resposta