As decisões dos outros

As decisões dos outros

Não assuma a responsabilidade sobre as decisões do outros. Você já tem muito para cuidar, e deve deixar que os outros assumam a responsabilidade sobre suas escolhas, ações e decisões.

Nós já temos responsabilidades o suficiente para a largura dos nossos ombros. Deixe que os outros assumam as responsabilidades pelas próprias vidas.

Deixe um pouco do peso nos seus ombros escorregarem. Importante – não os apanhe de volta.

Muita coisa que aconteceu no mundo não é sua responsabilidade, nem é sua culpa.

Você não é tão poderoso assim. Não assuma o que não é seu.

Isso vale para o trabalho e também para a vida pessoal.

Ficar em cima dos outros, assumindo coisas que não são da sua conta sempre soa intromissão.

Prepotência:Todas as pessoas são criativas, têm iniciativa e inteligência para contribuir e resolver os problemas que surgem todos os dias.

 

A nossa prepotência nos estimula a empurrar goela abaixo a nossa vontade, as nossas avaliações e interpretações sobre tudo que acontece.

No mundo do trabalho, isso é um total desperdício, pois as pessoas param de contribuir na medida que aprendem que você é o sabichão e vai assumir toda a responsabilidade, comandar todas as decisões.

Quando se trata de familiares, especialmente os filhos, isto prejudica o crescimento pessoal de cada um. Assumir responsabilidades e enfrentar dificuldades molda o caráter dos pequenos.

Quando se tratam dos nossos velhos, idosos, deixar que eles façam as suas próprias coisas, os mantém ocupados, lhes dá a valiosa sensação de independência e autonomia e contribui para afastar a demência.

Isso não quer deixar de lado e não ajudar quando for preciso.

É, de novo, a noção de que muita preocupação com os outros é pouca preocupação consigo mesmo.

Pegue leve na sua vida, não deixe a sua vida à deriva, mas não queira comandar a vida dos outros.                                                                                    Rubens Sakay (Beco)

1 Comentário

Ricardo Freitas da Silva

about 4 anos ago

Gary e Joy Lundberg na obra "Eu não tenho que resolver tudo" ensinam-nos a arte da validação "uma maneira de permitir que as pessoas que lhe são próximas assumam suas próprias responsabilidades"

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