Conservando os meus defeitos.

Difícil abandonar os velhos defeitos.

Mesmo reconhecendo que devemos fazer um esforço nos livrarmos deles, no final, a tarefa acaba sendo mais difícil que imaginamos.

Assim como resistimos a qualquer mudança, mesmo quando a mudança é para melhor, temos umas armadilhas mentais que nos pegam direitinho.

-Eu sou assim mesmo.

-Não vou mudar.

-Não dá para ensinar uma nova lição a um burro velho.

Inventamos mil desculpas:

Temos umas tantas desculpas para seguir carregando os velhos defeitos.

Temos também uma tendência a minimizar os defeitos.

-Afinal não é tão grave assim. Conheço gente pior.

-Isso não me incomoda (sabemos que incomoda muito).

-Não vejo ninguém reclamando (todos reclamam um bocado).

Mudar os hábitos:

Temos que fazer um esforço permanente para mudar os hábitos, um dia de cada vez.

Se somos mestres na procrastinação, temos que experimentar, pelo menos uma vez, fazer de pronto, não empurrar com a barriga.

Se costumamos nos atrasar aos compromissos, temos que testar essa nova receita, simplesmente chegar na hora. Vamos surpreender todo mundo.

Chegar atrasado é uma sinalização. Estamos mandando um sinal de que você pode ficar esperando, pois o meu tempo é mais precioso que o seu. No fundo é uma enorme falta de respeito.

Podemos mudar para melhor, e temos que acreditar profundamente nessa nossa capacidade.

Temos muitos defeitos, e não vamos melhorar assim, num piscar de olhos.

Uma coisa de cada vez, perseverança, constância de proposito vai dar resultado.

Mude para melhor, e seja feliz.                                                          R.S. Beco

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