Conhecer, admitir e corrigir.

É o que devo fazer com os meus defeitos.

Conhecer ou reconhecer é o primeiro passo.

Admitir que é você o único responsável pelos seus defeitos é o segundo passo, e o mais importante, pois isso abre as portas para o aprimoramento.

Corrigir é a última etapa, tirar lição de cada coisa, de cada situação.

Parece um roteiro elementar, mas muito difícil de aplicar em vários casos.

Mudanças:

Quando falamos em mudar algo em nós mesmos, a coisa pega de verdade.

Somos apegados a tudo que nos diz respeito, e não é diferente com os nossos defeitos.

Prestar atenção naquilo que recriminamos nos outros é uma boa dica, pois estamos espelhando aquilo que não gostamos em nós mesmos.

Analisar com profunda honestidade cada defeito, nos permite enxergar o caminho para nos livrarmos deles.

Isso é uma tarefa para a vida toda, um dia de cada vez.

Devagar:

Comece simples, comece devagar e crie artifícios para reconhecer o seu progresso e para se animar nessa empreitada.

Muitas vezes, os defeitos não são propriamente defeitos, mas uma questão de modulação.

A ambição levada ao extremo pode ser um defeito, mas precisamos de um certo grau de ambição para progredir, avançar, melhorar as nossas condições de vida.

A autocrítica funciona da mesma maneira. O julgamento excessivo de si mesmo leva a imobilização e conformismo, ao passo que o julgamento adequado nos livra de encrencas e caminhos tortuosos. O auto-julgamento nos impulsiona para corrigir os próprios defeitos.

Um dia de cada vez e um defeito de cada vez está de bom tamanho.

Não fique angustiado se o seu avanço for lento.

Acho que todos avançam bem devagar nesse tema, assim é o meu caso.

Beco

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