Concordar para manter a paz.

Temos uma tendência de concordar para manter a paz. Fazemos isso, pois pensamos que estamos preservando a paz.

Concordar sempre com os outros nem sempre tem um resultado positivo.

Nem sempre o objetivo que é de evitar o conflito por todos os meios dá resultado.

Os conflitos seguem o seu rumo, e a despeito da nossa obsessão por evitar o conflito, eles acabam aparecendo.

Comportamento:

Onde é que esse comportamento provoca o maior dano?

O dano é em nós mesmos, pois ficamos exauridos tentando evitar o conflito concordando com todos em todas as circunstâncias.

Corremos o risco de estarmos nos anulando.

Não estamos sendo autênticos e honestos com nós mesmos.

Seja coerente com os seus pensamentos.

Ser verdadeiro comigo mesmo não só me permite enxergar a minha integridade quanto enxergar os outros assim como são.

Para aqueles que concordam com tudo, vale sempre o exercício do começar pequeno – um passo de cada vez.

Algumas recomendações são boas para quem quer experimentar o ato de discordar.

Você pode concordar em discordar.

Seu ponto de vista:

Primeiro diga que entende perfeitamente o ponto de vista do outro, mas vai discordar – coloque o seu ponto de vista calmamente.

É possível que o outro acabe concordando contigo.

Caso a discordância ainda persista – diga que concorda com a discordância – é uma maneira de concordar em discordar.

Não precisamos concordar em tudo – e também não temos que discutir à exaustão até que o outro concorde contigo ou o contrário.

Em muitos casos, devemos mesmo concordar em discordar e encerrar a discussão – pelo menos por ora.

Especialmente quando a discussão fica muito calorosa, entra totalmente para o lado pessoal, ameaçando o campo das ofensas, é ora de concordar em discordar.

Lembre-se – dar um fim à discussão não quer dizer dar um fim à amizade, ou ao relacionamento.

Beco

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